Noite fria na Quinta da Marka, Vale do Douro

A noite estava fria, era o primeiro sinal de um outono que tardava a chegar e que viria a mostrar-se preguiçoso na sua missão.

Cheguei à Quinta da Marka para finalizar um longo dia.

Noutra quinta não muito longe dali, o jantar com os clientes arrastou-se até muito tarde.

Não me admira, a acrescentar aos pratos fabulosos e ao vinho tinto de nos enchia a alma, o conforto do local e o calor humano do grupo contribuíam para que se atrasasse o sono que nos invadia.

Mas, como diz o povo “não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe” e chegou o momento de dar as boas noites aos pouco que ali ficavam para perlongar a noite de conversa.

O frio despertou-me no regresso à Quinta da Marka. A noite estava fria, era o primeiro sinal de um outono que tardava a chegar e que também viria a mostrar-se preguiçoso na sua missão.

Apesar de já desejar o conforto do meu quarto, não resisti ir à varanda para ver as estrelas mais uma vez.

O azul do céu transportou-me para bem longe, sem lugar definido nem tempo de viagem.

Alguns ruídos de fundo lembravam-me que eu ainda estava ali e a paisagem complementava o prazer de ali estar.

Carpe diem

David Monteiro

PS: Quinta da Marka

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